Choveu a noite inteira

Não chuva de verão

Mas era passageira

Os assovios da ventania

Pronunciam o que estava por vir

Nuvens emburradas se formavam

Sem propostas amistosas

De chuva ao temporal temperamental

Nem pude correr, se abrigar

Foi de propósito!

Aos passos apressados

imaginei. Logo agora!

Aos risos tímidos

avistei uma marquise e se espremi com a parede

de repente a chuva parou…

Já molhado, direcionei os olhos ao céu

O senhor do tempo me olhou e sorriu para mim

Só pensei…

Brincadeira de mau gosto

 

Mateus H.

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