Vagando pelos bosques

Na noite a névoa recai

Com a luz da lua

As sombras saem dos esconderijos

Os seres noturnos acordam

Portas místicas se abrem

A canção do flautista se ouve

Metade homem, metade bode

Vagando dentre os dois mundos

Na ausência da luz

Possuinte do azul nos olhos

Faz questão de aparecer

Sobre o solo pantanoso

Deixa suas pegadas

Metade homem, metade bode

Temido guardião da fauna e flora

Soturno noturno

Místico? Mitológico?

Fauno …

Mateus H.

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