Vão embora precocemente…

Corrompidas, violadas e espancadas

Por aqueles que confiavam ser seus defensores …

Enfraquecidas devido ao roubo da inocência

Saem sem rumo, despidas, vendadas e amordaçadas

A escuridão tomou seus corações

Abraçam terrores e medos como amigos

Fazem deles agora suas armas para ataques

Trilham por caminhos sem volta

Jornada rumo ao destino incerto

Já os olhei nos olhos mas não enchergo a alma

Se foi …

Amedrontada pelo ódio e malícia

Espaço que abandonado foi preenchido pelo amargor

Que inundou seus interiores …

Sentenciou o mundo como culpado

Quer despejar sua fúria infinita

Que inflama suas mentes de atrocidades …

Agora para elas não existem inocentes

Apenas alvos para serem abatidos

Quais atrocidades nos falta ainda cometer?

– Olho em meu interior e respondo: Cometi tantas e continuarei acometer!

Mateus H.

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